Durante muito tempo, acreditou-se que o DNA fosse um “manual fixo”, imutável desde o nascimento.
Durante muito tempo, acreditou-se que o DNA fosse um “manual fixo”, imutável desde o nascimento. Hoje a ciência sabe que não é bem assim. Seu DNA reage ao ambiente por meio de um campo chamado epigenética, que regula como os genes se comportam sem alterar a sequência genética em si.
Fatores como estresse crônico, qualidade do sono, alimentação, exercícios e até experiências emocionais podem “ligar” ou “desligar” genes específicos. Isso acontece através de pequenas marcas químicas que se fixam no DNA ou nas proteínas que o envolvem, funcionando como interruptores biológicos.
Por exemplo: altos níveis de estresse podem ativar genes ligados à inflamação, enquanto um sono reparador ajuda a ativar genes relacionados à recuperação celular e à imunidade. Uma alimentação equilibrada fornece moléculas que participam diretamente desses processos epigenéticos, influenciando quais genes serão expressos.
O mais surpreendente é que alguns desses efeitos podem persistir por anos e, em certos casos, até ser transmitidos às próximas gerações. Ou seja, o ambiente não muda o código do DNA, mas muda como ele é lido pelo corpo.
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